segunda-feira, 27 de abril de 2015


BISCUITS COM GRAVY

Vamos aos nomes mais incomuns: biscuits and gravy. Um clássico da culinária southern, o biscuit nada mais é do que um bolinho, muito parecido com o britânico scone que leva basicamente farinha e buttermilk conferindo um sabor amanteigado, entre o salgado e o doce. Já o gravy é um molho preparado a partir da carne do porco. Sabe aquele líquido que fica embaixo da fôrma quando assamos a carne? Então, depois é só engrossar com farinha e temperar! Os sulistas são tão apaixonados por biscuit que servem de acompanhamento pro café da manhã, almoço ou jantar!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Origem do Buffalo Chicken Wings


Um dos pratos mais populares da gastronomia norte-americana, tudo a partir de uma cidade dentro do mesmo Estado de Nova York: Buffalo, onde foi inventada a receita de molho vermelho picante que cobre as asas fritas tão comuns em todos os bares de todo o país.
A receita original surgiu no Anchor bar de Buffalo, segunda cidade mais populosa do Estado, que fica a 650 quilômetros de Manhattan, junto ao lago Erie (sim, o Estado de Nova York é grande assim). O site oficial do bar conta uma anedota da história do surgimento do bar, dizendo que foi a dona dele, Teressa, que inventou o molho “secreto” de supetão em um dia em que seu filho apareceu em casa com amigos famintos. Isso foi em 1964 e desde então o bar passou a se especializar nesse prato, que hoje é servido em vários países como especialidade americana.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

ROOTBEER





Root Beer  é uma bebida bem popular nos Estados Unidos, tem coloração escura que nem Coca-Cola, mas um sabor bem “ensaboado” que realmente lembra produtos dentais. A origem do ROOTBEER  é bem parecida com o da Coca-Cola, e ambos foram usados a princípio como remédio. Root Beer como é conhecida hoje foi criada em 1866, por um farmacêutico da Filadélfia. A primeira versão engarrafada veio em 1893. A bebida era preparada com raízes da planta sassafrás, que é comum na América do norte. 
O  Root Beer é a bebida menos prejudicial aos dentes. Existem duas versões atualmente: não-alcoólico, como um refrigerante e com álcool quase com a mesma porcentagem contida em cervejas normais classe pilsen. 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

CANADIAN POUTINE


A receita básica é batata, queijo e molho. Mas esta iguaria da culinária franco-canadense tornou-se tão popular, que ganhou diferentes versões e hoje é servida até com ingredientes da alta gastronomia, como o fois-gras (fígado de pato).
O dicionário da História do Francês de Quebec traz mais de 15 significados para a palavra “poutine”. Para os acadians (filhos dos colonizadores franceses no século XVII), poutine é a gíria que descreve “uma bagunça”. Há ainda quem diga que a palavra vem do inglês “pudding,” e que na tradução para o francês ficou “a mess”.
Mas na gastronomia a palavra poutine (pronuncia-se poo-teen ou pu-tine) refere-se a um prato tradicional canadense feito com batatas fritas, queijo e um molho. Há controvérsias sobre a origem deste prato, pois a invenção é disputada por duas cidades rivais e bem próximas de Quebec City: Victoriaville e Drummondville. O que não se discute é que sua invenção foi em 1957 por Fernand LaChance, quando um de seus clientes pediu para que ele lhe servisse batatas fritas com queijo e LaChance, contrariado, mandou o cozinheiro do restaurante misturar os dois juntos, alegando que iria fazer uma sujeira, bagunça.
A ideia logo ficou popular entre os moradores da área rural de Quebec e atualmente a poutine ganhou adoradores em todo território canadense. Mas nem sempre foi assim, pois para a população franco-canadense, que é conhecida pela sua alta gastronomia no país inteiro, ter um prato da zona rural fazendo sucesso país afora era vergonhoso. Mas isso não impediu que que a poutine ganhasse fama e virasse febre. A “receita” ganhou até destaque internacional. Chegou a Nova York nos anos 1970 conhecida como “disco fries” entre o pessoal da balada da época.
Com valor calórico médio de 700 calorias, esta iguaria ganhou tamanha popularidade que hoje é servida como entrada em diners, restaurantes, lojas de fast-food e até misturada com ingredientes da alta gastronomia em restaurantes tradicionais canadenses como au Pied de Cochon, em Montreal, por exemplo.


domingo, 17 de março de 2013

CEASAR SALAD





Caesar salad, salada Caesar (português brasileiro) ou salada César (português europeu) é uma variante de salada realizada com alface romana e croûtons temperados com azeite de oliva, ovo, suco de limão, molho inglês e pimenta preta. A criação dessa salada é geralmente atribuída ao chef italo americano César Cardini, em Tijuana, no México, a partir daí passou a ser conhecida nos Estados Unidos e, em seguida, mundialmente.

Existem muitas versões a respeito da origem da Caesar salad. A mais conhecida e habitualmente considerada é que a salada terá sido criada por um chef mexicano de origem italiana chamado César Cardini. Cardini, cujo sobrenome está relacionado com a culinária do famoso Hotel Peñafiel de Tehuacán, Puebla (México) viajou a Tijuana a um concurso gastronômico onde sua salada resultou premiada.
Outra versão se diz que foi criada em uma das cidades de Tijuana ou Ensenada (México) pelo chef Livio Santini de origem italiano no final da década de 1930, na cozinha do restaurante do Hotel Caesar's, propriedade de César Cardini, também de origem italiano.
Esta versão narra como uns pilotos norte-americanos chegaram ao hotel e pediram uma simples salada, e a falta de tomates ou outros ingredientes típicos, o chef Santini seguiu uma velha receita familiar com a que sua mãe os alimentava no sul da Itália em tempos difíceis; uma salada romana, ovos, pequenos pedaços de pão fritos com azeite, queijo seco, azeite de oliva, umas gotas de molho inglesa e suco de limão. A salada foi todo um sucesso e foi denominada inicialmente como "salada dos aviadores", e com o tempo César Cardini registrou-a como própria e a internacionalizou.
Com o tempo a receita tem sido modificada para degustá-la com frango, anchovas, pão frito, bacon, camarões e muitos outros ingredientes que a enriqueceram.

COOKIES/BISCOITOS





" cookies" (nome de origem holandesa) = biscoito!!!!!!!!!!!
O aperfeiçoamento dos biscoitos vem desde a idade da pedra até os tempos modernos. Segundo as lendas, os antigos comiam grãos crus, moendo-os lentamente e triturando com os dentes, com isso surgiu a idéia de se amassar os grãos entre duas pedras, misturando água àquela massa e seca-la ao fogo, tornando-a numa pasta seca e dura. Este processo, foi sem dúvida, um grande progresso no sistema alimentar do homem, embora não houvesse uma forma definida, devido o sistema de trituração, mas ao ser composto por outros componentes, começou a tomar sua forma, ao que seria semelhante a um pão duro, foi na verdade o precursor do que hoje chamamos de biscoito, bolacha, etc.

Os egípcios mostravam para a prosperidade, desenhos e formulações de vários tipos de bolachas secas, estando tão desenvolvidas que as castas nobres já dispunham de um tipo de biscoito ou bolachas secas (algo parecido com: " fabricado especialmente para..." ) Os primeiros biscoitos foram servidos adocicados (com mel, uma vez que o açúcar ainda não era conhecido) e eram objeto de gentileza para com amigos ou nobres, presentes, enfim. Na época, um especialista em fabricar os biscoitos podia ser comprado, alugado por dias, tomado à força, em resumo, era um objeto, um escravo de luxo. Isso porque o mister de fabricar pães, biscoitos e bolachas era um trabalho escravo que passava por gerações de uma mesma família.

A evolução do alimento foi um fator natural e as suas variedades especializadas foram sendo compostas.

O antigo viajante necessitava levar sua bagagem, o seu próprio pão, mas este tinha uma tendência a se deteriorar rapidamente, portanto o produto era cozido mais de uma vez e consideravelmente despojado de sua umidade. " Biscoito" , foi o termo usado para descrever o pão cozido, duro, que se podia guardar sem estragar. A origem tem duas palavras francesas: "Bis" e " Coctus" , significando "cozido duas vezes". O processo de fabricação era muito simples, tomava-se o pãozinho e se aplicava um duplo cozimento para tirar o excesso de umidade, assim evitava que o estragasse, após o cozimento do pão, deixava-o por um dia, em uma câmara seca, a fim de "secar a água", para conserva-lo. O Biscoito deveria ser comido "somente após ter sido devidamente imerso em leite de cabra ou na sopa", seu provável tamanho e consistência devida torna-lo duro demais para os já modificados dentes do homem da época.

A forma que o pãozinho seco (biscoito) tomou foi a de um pequeno pastel recheado de carne, que era chamado de "pão do viajante".

A popularidade do "biscoito" aumentou, rapidamente, (em meados do século XVII), quando na Europa começou-se a adicionar chocolate ou chá ao biscoito. Criando o sabor e aroma, desde então para estimular as suas vendas, investiam-se os mais variados tipos de gostos e aromas. O progresso dos negócios dos biscoitos alertou as municipalidades para uma boa fonte de renda em taxas e impostos, sobre os já populares "biscoitos para chá" . Esta súbita oneração, determinou, em retorno, uma busca por métodos e modos mais econômicos e de maior rendimento; o início da industrialização.

A Inglaterra mostrou ser um bom mercado produtor e aí se fabricavam vários tipos de biscoitos muito saborosos e procurados; sua exportação foi iniciada para as suas colônias e logo, quase todas as cidades importantes dos Estados Unidos já consumiam o "biscoito para chá e café dos ingleses" . Nos seus primeiros anos de colônia não industrializada, os Estados Unidos não tinham condições de fabricar os biscoitos, mas reconhecendo a importância do mercado, importaram da Inglaterra os equipamentos necessários e deram início a uma florescente indústria de biscoitos. O passo seguinte, em razão da necessidade de fabricarem peças de reposição para as máquinas, foi logicamente à implantação, no norte, das indústrias para a fabricação de equipamentos de biscoitos. Estavam assim determinados os declínios das importações de biscoitos ingleses, e o início de, hoje poderosa, indústria norte-americana de biscoitos. Daí em diante, a evolução se fez de forma acelerada; até o nome "biscuit", inglês, foi abandonado e os produtos americanos foram rebatizados de " cookies" (nome de origem holandesa). Isto fez com que se criasse uma separação bem definida entre os tipos de biscoitos; os "cookies" eram os de paladar adocicados e os " saltines", o acentuado sabor salgado.

Os "cookies" eram "levantados" por ação química e os salgados eram " fermentados" por meios biológicos. Hoje se pode contar com mais de 200 tipos de biscoitos, com uma indústria altamente especializada, com formulações perfeitas, com um total controle do seu mercado e dentro de um processo de sofisticação muito desenvolvido. O que havia começado com um trabalho escravo, ao tempo dos gregos, romanos e dos egípcios, hoje faz parte de um complexo industrial, dos mais importantes dentro do setor de alimentação.

sexta-feira, 15 de março de 2013

MUFFINS





Muffin, relacionado ao termo moufflet, era uma antiga expressão referente ao pão francês, ou seja macio...
Os muffins são originários da Grã-bretanha e eram muito consumidos, principalmente no inverno, serviam quentes a companhados de chá e geléia. Na era vitoriana os muffins eram muito populares e eram
vendidos na rua por vendedores através de bandeja que carregavam na cabeça e tocavam sinos para promover sua venda. Os muffins na Inglaterra foram uma vez chamados de “bolos de chá”, enquanto nos EUA são considerados um lanche ou sobremesa. Hoje os apreciadores de muffins, em inúmeras partes do
mundo, tem se deliciado com essa tradição de o degustar, acompanhando um chá ou variados cafés.
 
É um erro achar que cupcakes e muffins são a mesma coisa. Algumas pessoas acham que a diferença entre eles é que os cupcakes são mais doces e os muffins contém frutas ou algum tipo de nozes. Ou então que os cupcakes tem cobertura e os muffins não. Na verdade não é isso.Se nós consultarmos o dicionário americano, vamos ver que o cupcake é definido como "um pequeno bolo, de porção individual, assado numa forma no formato de uma xícara" e o muffin é definido como "um pão rápido, pequeno, no formato de uma xícara".

A principal diferença está em sua receita. Cupcakes são exatamente o que o próprio nome diz, um pequeno bolo. Sua preparação é a mesma de um bolo grande. Muffins no entanto não são bolos. Não existe nenhuma semelhança entre cupcakes e muffins, exceto pelo fato de que eles são assados em forminhas de papel. O muffin na verdade é classificado como pão, sua massa é em geral mais pesada que a de um cupcake. Os muffins são geralmente consumidos no café da manhã, ou como um lanchinho rápido. Já os cupcakes são uma sobremesa fina e mais elegante, muito usados em festas, casamentos, aniversários e chás de bebê. Nos USA as pessoas dão cupcakes de presente, mas nunca um muffin.
Aqui no Brasil os cupcakes estão conquistanto cada vez mais seu lugar em festas, ou qualquer outro evento e está cada vez mais comum as pessoas substituírem os bem-casados pelos delicados bolinhos. Eles dão um charme especial a qualquer evento, além de ser uma delícia!